Fundadores

Beato Guilherme J. Chaminade

Nasceu em Perigueux (FRANÇA) no dia 08 de abril de 1761.

Exilado em Zaragoza (ESPANHA) entre 1797 e 1800.

Fundador da Congregação da Imaculada, germe das Comunidades Leigas Marianistas, em 1800.

Co-fundador das Filhas de Maria Imaculada, religiosas marianistas, com Adela de Batz de Trenquelléon, em 1816.

Fundador da Companhia de Maria, religiosos marianistas, em 1817.

 

Nasceu na França, em 1761. Exerceu o ministério sacerdotal durante a época do terror em seu país e foi exilado na Espanha. Estando em Zaragoza, sentiu-se chamado a restaurar a vida cristã em seu país depois da Revolução Francesa. Acreditou que a melhor maneira de fazer isso era reunindo aos jovens em comunidades, homens e mulheres, formando-os em uma sólida fé, comprometendo-se a viver de acordo ao Evangelho "às ordens de Maria", por quem sentia uma especial devoção. 

No ano de 1801, fundou comunidades de leigos chamadas Congregação da Imaculada Conceição, as quais se multiplicaram rapidamente. Os congregantes se consagravam a Maria para assistí-la em sua missão. Depois desta experiência fundou o Instituto de Filhas de Maria Imaculada (FMI) em 1816. E em 1817 a Companhia de Maria (SM). Nos últimos anos de sua vida brilha, de modo particular, por sua fortaleza de alma ao permitir a Divina Providência que fosse submetido a uma série de provas. O Padre Chaminade morreu no dia 22 de janeiro de 1850.

No ano 2000 foi beatificado pelo Papa João Paulo II, quem disse: "Queridos jovens, no padre Chaminade vocês tem um exemplo de vida cristã, que leva a uma vida plena e à felicidade prometida pelo Senhor. Todos vocês, sacerdotes, religiosos, religiosas e leigos que vivem o carisma do padre Chaminade, aportem seu dinamismo à Igreja e sejam fermento do Reino no mundo. A personalidade e a ação do novo beato, que desejava realizar plenamente a obra de Deus, convida a todos os fiéis a uma formação religiosa séria, para desenvolver e fortalecer sua vida espiritual, aprofundando cada vez mais em seu encontro com Cristo, em particular por meio da vida sacramental, no seio de sua comunidade cristã. Oxalá que imitando ao novo beato, dirijam-se sem cessar a Maria, Mãe dos cristãos, Mãe dos discípulos de seu Filho." (João Paulo II, na audiência papal no dia 4 de setembro de 2000).